sábado, janeiro 15, 2011

Estou dentro do carro agora. Estou voltando pra casa, mas minha mente está com você, como sempre esteve e estará. Estava lembrando agora da última vez que falei no celular com você. Estava lembrando do som da sua voz e das suas palavras doces. E quando desliguei, ainda derretida com o seu 'eu te amo', fiquei pensando se, eu morresse nessa viagem, morreria completamente feliz. Morreria com suas palavras confortantes em minha mente até meu último suspiro. Você é a minha razão, meu chão, meu tudo. Cada milímetro da minha alma é sua. Meu amigo, meu namorado, meu noivo, meu marido, eu te amo até morrer. E se isso acontecesse agora, te levaria em meu coração e minha alma e minha mente para sempre. Prometo.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.

(Tati Bernardi)

quarta-feira, novembro 03, 2010

Você me faz tanta falta, menina. Mas eu não admitiria isso, agora que talvez seja tarde demais. Basta eu abrir os olhos e você e seu beijo e seu sorriso e seu amor serão esquecidos. Eu observarei os seus olhos em minha memória, apenas mais uma vez.

Fique com Deus, Fekah. Ele vai cuidar de você, promessa.

quarta-feira, outubro 06, 2010

Existe?

O que significa amar verdadeiramente uma pessoa?
É assim que começa o livro "Querido John", de Nicholas Sparks. Acho que muitos já devem ter ouvido falar, ou ter visto o filme.
Não vou falar resumidamente sobre o livro - sou péssima em resenhas -, mas queria falar sobre o que ele deixa quando você o termina de ler. Sim, sua mensagem, a moral.
Esse é um daqueles livros em que você não consegue largar. Desculpem o clichê, mas é verdade. Eu lia a todo momento; antes de dormir, em frente ao computador, andando de carro e até na escola. Tenho uma queda por esse tipo de livro, confesso.
Mas o final...
Bem, ele me decepcionou.
Decepcionou justamente por mostrar a realidade, com um final não tão feliz como eu esperava.
Decepcionou porque eu esperava aquela fantasia toda, dos felizes para sempre e tudo o mais.
Mas não foi assim. Quando terminei de ler, foi como um choque, uma sacudida para a realidade e para esse mundo que é tão injusto.

Será que existe? Esse amor todo, quero dizer. E não me refiro ao amor fraternal, me refiro ao de um homem e uma mulher.
Tem vezes que vejo aqueles casais de velhinhos e me pergunto se realmenter se amam. Podem ter se amado no passado, quando tinham uma vida livre e eram jovens. Mas e agora? Continuam se amando?
Não me admiro quando nós, adolescentes, trocamos de amores quase como trocamos de roupa. Quando se é jovem tudo é mais fácil, não se tem compromisso algum. Quando vem a responsabilidade e aquele quase "dever" de se casar, você casa com a pessoa que julga amar e vive os primeiros dois meses em pleno amor.
Até que começam as brigas, discussões sem sentido e você percebe que não reconhece mais seu parceiro por quem jurou amar pra vida toda.
Estamos fartos de exemplos assim. Por esse motivo que o divórcio é algo tão comum hoje.
Até hoje, conheço apenas um caso em que se amam perdidamente e me pergunto se isso não é só ficção. Existe, eu sei, mas acho tão difícil e as vezes até irreal.
Amor não tráz dinheiro; sabemos bem. É preciso trabalho e seriedade quando se casa.
Mas será que é tão difícil você amar tanto alguém, e pra vida toda?