terça-feira, setembro 28, 2010

Siga, não olhe para trás

Reclamar que choveu quando você ia sair, que tudo está um tédio, que a vida é uma droga e blablablá. Tudo isso é fácil. Reclamar de qualquer coisa é fácil. Não só fácil, mas também é mais cômodo, confortante até certo ponto. Tudo que você faz, na maior parte da sua vida, é reclamar. Você, eu, todo mundo faz isso. Mas por quê? Porque simplesmente não seguimos nosso caminho sem reclamar ou deixar de fazer algum comentário desnecessário?
Admiro as pessoas que reclamam, mas que erguem a cabeça pra seguir em frente. Encaram os fatos. Se arriscam. Quem faz isso não só é confiante, como é determinado. Parece que sempre tem uma solução, um furo pra sair da enrascada. Talvez não pareça, talvez exista e eu é que não sei enxergar. Toda a minha admiração para pessoas assim.
Eu não, sou feita de inseguranças, medos e angústias. Tenho medo de dar um passo sozinha. Caminhar na chuva então, nunca! Tenho medo de me molhar. De me expor à desafios novos. Enfim, uma instável.
Entre idas e vindas me resumo feliz. Entre altos e baixos me resumo equilibrada. Sendo assim, tá na cara e não tem pane: ando meio mal mas vou sair dessa.

O mundo já caiu, baby, só nos resta dançar sobre os destroços.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Primeiramente, queria agradecer aos comentários e seguidores que tenho aqui. Sem vocês, seria difícil continuar.
Queria poder pedir desculpas por ter "sumido". Não foi por falta de tempo ou qualquer outra coisa, mas sim, por falta de inspiração.
Mas, prometo voltar e continuar com o blog. Pensei em parar, desativar, mas não é tão simples assim.
Enfim, obrigada. :)

terça-feira, agosto 31, 2010

Um presente

Estou tentando aproveitar cada segundo que tenho. Engraçado, nunca me importei muito em aproveitar. Achava tudo isso uma bobagem. Mas agora, que pareço estar cada vez mais perto do fim, tento imaginar como é morrer.
Queria poder saber se é como todo mundo diz, existindo de fato anjos e um lugar sereno esperando por nós.
Ou talvez isso tudo seja somente mais uma superprodução de Hollywood querendo fazer com que vejamos a morte de uma maneira conformada. Mas eu não quero. Eu quero a realidade, por favor.
Não sinto medo. Estou completamente preparada psicológicamente para isso. Pra ser sincera, nunca tive medo, nem receio. É só curiosidade.
Só não quero imaginar muito, talvez eu me decepcione.
A única coisa que sei é que por mais que o Câncer doa muito em mim, ele também me ensinou muito. Foi como se fosse um presente. Um presente que vai custar a minha vida.
Posso estar morrendo aos poucos por fora. Estou fraca e vulnerável, parecendo um papel. Mas por dentro estou viva. Querendo viver tudo que tenho direito. Estou mais viva que muita gente por aí tendo saúde de sobra. E foi porque eu descobri que, quando se está realmente perto de morrer, a pessoa muda. Tem só uma coisa que não concordo; as pessoas deveriam mudar bem antes... Aí sim o mundo seria melhor.

terça-feira, agosto 24, 2010

"Eu acredito em amor verdadeiro.
Acredito em amor á primeira vista.
Acredito que o amor vence tudo.
E isso não significa que não haverão dias difíceis.
Ou situações difíceis para enfrentar, porque haverá.
Mas achar aquela pessoa certa pra você,
E saber que essa pessoa também te ama.
Isso torna tudo tão mais fácil."

(One Tree Hill)

ps: five months. *-*